Paraná 1 x 1 Avaí

Não há muito o que falar deste jogo. No primeiro tempo os goleiros, praticamente, não foram exigidos. Tanto que Ricardinho, treinador do Paraná, fez duas modificações na equipe já no intervalo.

Porém, foi o Avaí que voltou melhor na segunda etapa levando perigo ao gol adversário. Foi, então, que o Cléber Santana (sempre ele) acertou um belo lançamento para Diogo Acosta tocar na saída do goleiro e abrir o placar.

Mas depois do gol o Avaí recuou demais e o time paranaense foi mais efetivo até conseguir o empate e quase virar a partida.

Os problemas do Avaí são os de sempre. A diretoria, a torcida e a crônica esportiva já estão “carecas” de saber. Ano passado o Avaí “desperdiçou” a presença de Lincoln no clube. Será que neste ano será vamos “desperdiçar” também o futebol do Cléber Santana?

O Hemerson Maria precisa mais uma vez repensar o seu time titular. Jefferson Maranhão virou o novo Robinho (e na pior fase), e Laércio comete os mesmos erros do Nunes. E o Capixaba parece viver um caso de amor com a linha de impedimento!

Atualmente, com os jogadores disponíveis, e considerando o esquema 4-4-2, penso que o time para enfrentar o Ceará no próximo jogo deveria ser: Diego; Arlan ou Diogo Orlando (ou, ainda, Wagner Diniz), Renato Santos, Leandro Silva e Julinho; Rodrigo Thiesen ou Bruno, Diogo Orlando, Pirão e Cleber Santana; Diogo Acosta e Felipe Alves. Defensivo? Talvez. Mas tende a qualificar os passes no meio de campo. Pois Jefferson Maranhão e Laércio estão maltratando a bola.

Mas com este elenco do Avaí eu ainda retomaria o esquema anterior, o 4-5-1 (4-2-3-1), com: Diego; Diogo Orlando, Renato Santos, Leandro Silva e Pirão; Bruno e Rodrigo Thiesen, Arlan, Cléber Santana e Julinho; e Diogo Acosta.

E você, o que pensa?

A oportunidade mal feita pode criar o oportunista

Às vezes, no dia a dia, nos deparamos com a oportunidade. Ela pode ser um fator de motivação para determinados atos e que nos leva a uma melhoria de vida, a um projeto encalhado ou mesmo à visibilidade ampliada. Quando não é aproveitada, gera a frustração. Então, a atitude mais comum é correr atrás do cavalo que passou, mas aí já será tarde. Nos cansamos e aquele momento não será mais aproveitado.

Se você sabe algo profundamente depreciativo, desabonador mesmo, uma acusação série e grave sobre alguém, e que interfirará em sua vida ou na de terceiros, denuncie. Aproveite a oportunidade e leve as provas a uma autoridade responsável. OU ENTÃO SE CALE. Não pague de otário. É bom lembrar também que, se estiver com algum interesse e procurar a pessoa para indicar-lhe do ilícito e, em cima disso, obter vantagens, estará incorrendo em crime. Não vire um oportunista.

Por que, então, as pessoas que vivem apontando o dedo para o presidente Zunino não tomam estas atitudes? Hein? Têm uma série de acusações e vivem perdendo tempo, esperando o cavalo passar. Provem na justiça que ele age por ilícitos. Há uma discussão muito peculiar, muito singela a respeito das atuações do Conselho Deliberativo, de que ali se vê tudo, se ouve tudo e se cala diante de “atrocidades”. Ué, procure a justiça. Se as tuas certezas são assim supremas e incontestáveis sobre o assunto, use a justiça. A democracia reinante neste país te assegura agir assim. OU ENTÃO É MELHOR FICAR DE BICO FECHADO.

Claro que a turma que faz acusações, aconteça o que acontecer, vai se manter condenando sem provas. Mas seria inteligente, ao menos, usar de bom senso. Sabe aquela história de em boca fechada não entra mosca?

Muita gente faz chacotas com a ISO, por exemplo, porque não consegue entender seu mecanismo. E da incompreensão para a piada dá-se um pulo fabuloso. Normalmente, os piadistas são movidos pelo senso comum, aquele que diz que onde há fumaça, há fogo. A ISO também se utiliza desta ilusão de percepção, mas ela pede provas, registros, documentos, não apenas evidências soltas, mas objetivas. Entende-se, dessa forma, o porquê de tolices deflagradas sobre o tal sistema de qualidade. É a falta de conhecimento e a vontade de posar de Pateta. Comportamento, por curiosidade, adotado também por quem vive apontando os dedos para o presidente. Dizem tudo o que querem, do jeito que querem, na hora em que acham melhor. E reclamam da falta de transparência, como se isso fosse o fator impeditivo. Claro, uma ótima zona de conforto. O limite chama-se incompetência, isso, sim.

Pois viver remoendo decisões que não foram aprovadas, assuntos que não foram tratados e eleições perdidas, falando pelos cotovelos como Madalena Arrependida, sem tomar uma providência que reverta suas perdas, é perder oportunidades, é correr atrás do cavalo que passou, e não te fará nada melhor que o amigo do Mickey. E dos mais chatos.

Artilheiro em estado de graça

Capítulo 6

A avó, vendo que Popó não desembuchava, puxou o assunto:

– Então, meu filho, como foi o jogo?

Popó, à mesa, jantando naquele domingo à noite, viu que a velha mulher o rodeava por diversas vezes, sem nada dizer. E ele não sabia como começar o assunto. Mas aquela deixa foi o suficiente para ele contar.

– É, foi diferente. O pessoal do time deles é bem legal. O barulho, a agitação, as pessoas se aproximando da gente. Não sabia que era assim. Mas, como é que a senhora sabe?

– Ora, todo mundo tá comentando, meu filho. A dona Marilda dos brocados foi a primeira a me contar. Depois as outras vieram até aqui dizendo que você jogou bem e que tinha ganhado o jogo pra eles. E…

Nisso alguém bate à porta e a avó vai atender. Eram os amigos de Popó, Yslei e Jocemar, com um sorriso de orelha a orelha. Entraram porta adentro e abraçaram o borracheiro, que agora era o artilheiro do Independente.

– Surge um novo ídolo em Itapiracicabinha da Serra. – Sentenciou, efusivo, Yslei.

– E agora é viver com a fama. – Completou Jocemar.

A avó deixou sair um risinho no canto da boca diante da atitude dos dois, mas Popó não parecia, assim, muito à vontade com aquilo tudo. Os amigos perceberam que ele não estava feliz. Havia algo com ele sobre a situação, que o incomodava. E a velha senhora tinha uma noção sobre o que era.

– O que foi, cara, parece que não está contente com isso? – perguntou Yslei, percebendo a expressão amuada de Popó.

– Não é nada, não. É só coisa minha.

– Conta pra eles, meu filho. – rogou-lhe a avó. – Quem sabe assim você tira essa angustia da cabeça.

– Meu pai foi quem me criou. – Começou ele. – Minha mãe morreu quando eu nasci e foi ele quem ficou comigo. Ele era um jogador famoso, mas gostava que se danava de uma branquinha. E aí acabou morrendo disso. Eu tinha uns cinco anos de idade. Fui colocado num orfanato até que a minha avó aí me tirou de lá. – Ele fez uma pausa na explanação e os olhou de frente. – Sabe onde meu pai foi enterrado? No mesmo lugar onde hoje tá o estádio.

– Taquiopariu! – Exclamou Yslei. – Ó, desculpa, vó! Que merda, cara!

A velha senhora olhou de lado.

– Então você não vai jogar mais? – quis saber o outro.

– Não sei, depende de uma porção de coisas. – resignou-se Popó.

– Mas o corpo do teu pai não está mais ali, homem. – Conformou Jocemar. – Quando eles construíram o estádio a prefeitura tirou todos os caixões e levaram lá para o Jardim dos Céus, no Morro Verde.

-É, eu sei. Não é isso. É que fica a lembrança, né.

– Ah, Popó, deixa de fazer caso! – disse, sorrindo, o amigo Jocemar. – Não liga mais pra isso, rapaz. Faça uma homenagem ao seu pai e assuma que você agora é a atração do Independente.

Popó riu, desconcertado. Pensava ser muito cedo para assimilar a ideia, porém, também sabia que muita coisa poderia mudar na sua vida. Aquilo era só o começo. Depois, sentaram-se na varanda da casa e riram de várias histórias até altas horas.

Na manhã seguinte, ao chegar à borracharia, o dono do posto, seu Camargo, estava encostado na porta esperando por ele. Tinha uma cara de poucos amigos e Popó imaginava o que havia feito de errado.

– Tá um pouco atrasadinho, né, seu Popó? – achou estranha a cobrança, uma vez que o Camargo nunca lhe cobrou pontualidade, apenas assiduidade.

– É que ontem foi muito cansativo, seu Camargo. O jogo, dormi tarde, o senhor me desculpa…

– Bom, eu não vim lhe oferecer perdão. Trate de não deixar mais isso acontecer. Mas a conversa que quero ter com você é sobre a sua participação no Independente. Você fez um bom jogo, foi destaque do time, parece que o Fonseca quer lhe usar mais vezes, só que eu não quero que isso prejudique o seu trabalho. Você é empregado do posto e não do time. Ficou bem claro, seu Popó?

– Sim, senhor. Prometo não causar mais transtornos assim, senhor. – Popó o observou atentamente e tentou entender qual seria a razão daquela bronca e só mais tarde é que juntou aquilo à briga dele com o Fonseca.

Na terça-feira à tarde o time se reuniu no Monumental das Jabuticabeiras para um treino. Teriam um jogo difícil no Sábado, fora da cidade, e o Fonseca queria uma preparação mais forte. Todos os jogadores se apresentaram, inclusive Toco, que vinha surpreendentemente animado. Até o rapaz que havia se contundido na disputa de bola com Popó também estava lá, dando uma contribuição pessoal ao grupo. Estavam motivados. Todos haviam ido, menos um, Popó.

Fonseca ainda deu uma esperadinha para ver se ele chegava, pediu para os rapazes uma nova sessão de aquecimento antes do coletivo, mas nada do borracheiro chegar. Começado o treino, por diversas vezes olhava para o portão na esperança de Popó surgir, mas nada. Nem sinal daquele que já era seu principal jogador. No final dos trabalhos ele se mostrou extremamente irritado pela ausência do rapaz.

Após ter-se despedido dos demais jogadores, resolveu ir imediatamente ao posto de gasolina onde Popó trabalhava. Foi até os fundos, onde ficava a borracharia, e enquadrou o rapaz:

– Popó, que é que houve? Você não sabia que havia treino hoje? Fiquei lá esperando você toda a tarde. Que irresponsabilidade! – Popó o encarou, sem saber o que dizer, dando de ombros.

 Nesse instante, Camargo veio direto de dedo sobre o Fonseca, intimidando-o:

– Escuta aqui, que história é essa de querer tirar meu empregado em horário de trabalho. – dizia um Camargo enfurecido.

– Ei, você não está entendendo. Ele é jogador do Independente. Qual é o seu problema? – argumentava Fonseca, mais raivoso ainda.

– Quem não está entendendo é você. Se ele sair, quem vai cuidar da borracharia pra mim?

Naquele momento algumas pessoas já se postavam nas proximidades do posto, uma vez que a discussão entre os dois dava-se num volume de voz bem mais alto que o habitual.

– Mas, espera aí, todo mundo aqui na cidade sabe que os jogadores do Independente têm suas atividades liberadas pelos patrões para os treinos e jogos. Sempre foi assim. – afirmou Fonseca, agora perplexo diante das argumentações de Camargo.

– É, mas resolvi não dispensar meu empregado. – falou Camargo, taxativo.

– Olha, então eu vou ter que falar com o Ari. Isso agora saiu de minha alçada. – e virou-lhe as costas.

Assim que Fonseca saiu, furioso, Camargo virou-se para o outro lado, sem dar explicações a Popó.

Popó, sem entender a necessidade da briga foi-se embora para casa, pensativo. De um simples borracheiro, trabalhando nos fundos de um posto de gasolina de uma cidade pequena, ele agora era alguém importante. E precisava mudar alguma coisa em relação a tudo isso. Encontrou Margarete mais à frente, que lhe deu um terno beijo nos lábios e na face.

Notícias do Criciúma – 30/07/2012

Zé Carlos é dúvida para enfrentar o Guarani

Por   Engeplus,  30 de Julho de 2012 13h06

O Tigre poderá entrar em campo sem o seu principal jogador nesta terça-feira, às 19h30min, diante do Guarani (SP), no estádio Heriberto Hülse, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Zé Carlos sentiu uma dor no joelho esquerdo e deixou o gramado logo no início do treinamento realizado nesta manhã no Majestoso.

“Ele sentiu uma dor de leve a média intensidade logo no inicio do treino, então optamos por poupá-lo. Vamos realizar um exame de imagem para melhor avaliar o jogador. Mas o Zé Carlos corre o risco de ficar de fora da partida contra o Guarani”, informa o médico do clube, Marcelo Beirão. Ainda de acordo com Beirão, somente na manhã desta terça-feira será possível determinar se o artilheiro terá condições de jogo. Caso o goleador da Série B seja vetado para a partida, o técnico Paulo Comelli irá colocar Douglas ao lado de Lucca no ataque. “Pela forma como a equipe vem jogando taticamente é a nossa reposição natural, mas vamos aguardar pelos exames do departamento médico para tomar uma decisão”, analisa o comandante tricolor.

Além do artilheiro tricolor, Comelli tem outra dúvida para definir a equipe que irá encarar o Guarani. Giovanni Augusto poderá ganhar a posição de Válber no meio-campo. O jogador está bem fisicamente e vem agradando ao técnico nos treinamentos.

O Criciúma deverá entrar em campo nesta terça-feira com a seguinte formação: Douglas Leite; Ezequiel,Matheus FerrazNirley e MarlonRodrigo PossebonFransérgioKleber e Válber (Giovanni Augusto); Lucca e Zé Carlos (Douglas)

As pernas curtas da carochinha

Por diversas oportunidades nos deparamos com mentiras deslavadas, inventadas por ninguém sabe quem, mas que são saboreadas por interesseiros, ou difundidas por incautos, cujo intuito é tumultuar, ou dar algum prestigio ao contador da mentira (ou para ser bem tucano, um rompimento de relações com a verdade). Ele acaba posando de detentor da informação falsa como “o cara”, “o sujeito”, o “the Best”, quando na maioria das vezes é “o mala”.

Mas quando a mentira é muito cabeluda ele não quer passar atestado de 171. Dá o tapa e esconde a mão peluda, sem dúvida. E é muito comum se tirar do contexto pra se ter um pretexto.

Curioso é também vermos gente de boa índole, cabeças até então refrigeradas, caindo na lorota, sem se dar conta do ridículo a que estão passando.

Pois é a situação contada e repercutida no meio avaiano em relação ao técnico Hémerson Maria, a história de que foi colocado na direção técnica do Leão como boi de piranha. Segundo a história inventada, ele está ali esquentando o banco de reservas para um treinador escolhido pela direção (entenda-se pelo presidente Zunino, pois ele é o alvo)há muito tempo, mas que não foi empossado ainda que é para não incomodar a torcida, que carrega o Maria nas costas. Você está diante da versão oficial dos pinóquios de plantão. Tchãrãã!

Eu pergunto ao amigo que está lendo isso agora: dá para imaginar, em são consciência, tamanha bobagem, um verdadeiro conto da carochinha?

Pois, acredite, esta versão mirabolante circula na boca de nove dentre dez torcedores. Tu consegues imaginar algo tão escalafobético?

Vamos lá, acompanhe comigo, para entender a história maluca:

A direção avaiana (claro, o presidente Zunino) fez um contrato inquebrável com uma parceria, que já disseram ser muitas, mas até agora ninguém assumiu nada. O contrato rezava que o Mauro Ovelha e o gerente de futebol Chaplin Arini deveriam ser defenestrados. Mas por um desvio de rota, a direção (o presidente) deu um pé apenas no traseiro do Ovelha, manteve o Arini (antes um vilão, mas agora tido como um redentor na Ressacada por haver trazido Cléber Santana) e colocou no cargo o treinador da base, pra quebrar um galho. O presidente, que havia jogado a toalha, só queria alguém que servisse de isca para suas pérfidas pretensões.

Mas, para desgraça do presidente, o interino deu certo. Há quem diga, inclusive, que o presidente está querendo devolver o título estadual, pois os seus planos acabaram dando errados, mas isso eu não confirmo.

Bom, mas não contente com os planos indo embora como areia escorrendo pelos dedos, o presidente insiste em manter um time medíocre que é para ir queimando o interino, aquele que é carregado pela torcida e que desde seu primeiro jogo, contra o Marcilio Dias, lotou a Ressacada para prestigiá-lo. Não foi?

Pois bem, a direção (ou o presidente) nega peremptoriamente a contratação de reforços, pois se isso acontecer o Avaí cresce na competição e o presidente corre o risco de ter seu pré-contrato quebrado, efetivando, definitivamente, o Maria, que é odiado pelo próprio presidente. O presidente corre até o risco de ver o Avaí ser rebaixado para a série C, mas não se importa e quer, porque quer, que o contrato do início do ano seja cumprido, ou seja, esquecendo os “reforços de qualidade”.

Entendeu, meu caro leitor? A carochinha se arrasta de tão curtinhas que estão as suas pernas.

E os caras que inventaram e repercutiram tudo isso nem ficam vermelhos.

E nós aqui perdendo tempo em ir para a Ressacada apoiar o Avaí nesta caminhada rumo ao acesso. Sim, nós, que acreditamos, continuamos indo, porque essa gente que inventou isso nem dá mais as caras por lá. Estamos fazendo papel de bobos, haja vista que eles é que estão corretos, ficando em casa. Nem ligam mais o PFC.

Ah, como é, tem gente que compactua com essa história e está indo à Ressacada? Rapaz, então tem mais gente com problemas do que eu imaginava.

Com os pés no chão, mas o Zé voando !

Mais uma vez o Zé do Gol mostrou que está abençoado, não só pelos gols, mas também pelas assistências que quando não são realizadas com perfeição, acabam  resvalando na defesa até encontrar um companheiro de cara com o goleiro adversário. Foi assim no jogo contra o Barueri, num passe do Zé Carlos, a bola ainda resvala na zaga e sobra livre para o Luca completar para as redes.   Dá tudo certo !  E ainda estufou as redes por duas vezes na partida, chegando a 16 gols em 12 jogados. Ainda restam 18 pontos para o fechamento do primeiro turno e o tigre já acumula 32 pontos, ou seja, já conseguiu a metade dos pontos que o colocariam na elite em 2013 segundo classificação do ano anterior. Se conseguir metade destes, terminaria o turno com 41 pontos, precisando no segundo turno somar apenas 23 pontos, 7 vitórias e 2 empates em 19 jogos, para garantir o acesso.  Mas calma !   Venho alertando desde o meu primeiro comentário neste blog, muito cedo ainda para qualquer prognóstico. Mas que a campanha é sensacional , é , ou não ?

Zé Carlos é dúvida para o jogo de amanhã contra o Guarani, pois sentiu dores no joelho. Caso não jogue, é mais um teste para o tigre saber até onde vai a dependência do artilheiro que trago estatísticas interessantes: no único jogo em o Criciúma perdeu o artilheiro estava em campo, contra o América de Minas e no único jogo em que Zé Carlos não atuou, o Criciúma venceu. Amanhã, caso não jogue, mais um teste. Com Zé ou sem Zé, uma certeza, casa cheia e mais um confronto dificílimo, pois isto é série B.