Guarani da Palhoça a um empate da final

O sonho do Guarani de Palhoça de voltar à elite do futebol catarinense em 2013 passa pelo confronto deste domingo à tarde quando enfrenta o Juventus de Jaraguá do Sul. Dois resultados – vitória ou mesmo o empate – garantem o Bugre palhocense na Grande final do Turno da Divisão Especial do Catarinense. Essa condição foi obtida porque no primeiro jogo entre os dois times, na quarta-feira, em Jaraguá, o Guarani segurou o empate sem gols.

O histórico entre os dois adversários é equilibrado. Neste ano, foram dois jogos e dois empates. Na fase de classificação, os dois times terminaram também equilibrados, em segundo e terceiro lugar. O número de gols sofridos também foi o mesmo: seis – o que fez das duas defesas as melhores das competições. A vantagem no ataque é do Juventus: 16 contra 14 gols feitos em nove jogos.

O técnico Hudson Coutinho realiza dois treinamentos para definir a equipe. Nesta sexta-feira à tarde, faz um trabalho técnico. “No sábado pela manhã, no treino tático, vou preparar o time para o jogo, já pensando nas estratégias para enfrentar o adversário”, explica o treinador.

Para a partida, ele poderá contar com o retorno do artilheiro da equipe, Cleberson (com quatro gols), que cumpriu suspensão na última partida. No entanto, não terá dois homens da defesa: o lateral esquerdo Laion, que foi expulso, e o zagueiro Cleyton Meirelles, que recebeu o terceiro amarelo. Os substitutos serão conhecidos apenas momentos antes do jogo.

O duelo entre Guarani e Juventus será realizado no estádio Renato Silveira, em Palhoça, a partir das 15h30 deste domingo. A partida será comandada por árbitros do quadro da CBF: Edmundo Alves do Nascimento, auxiliado por Josué Gilberto Lamin e Eberval Lodetti.

Os ingressos para o jogo no estádio Renato Ramos estão à venda nas bilheterias do clube ao preço de R$ 10 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

Crédito da Foto: Marcelo Bittencourt

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O jogo mais importante de nossas vidas

Há duas fórmulas de campeonatos vigentes no Brasil: o de pontos corridos, do Brasileirão, e o mata-mata da Copa do Brasil.

O campeonato de pontos corridos exige um planejamento. Os clubes e suas comissões técnicas e jogadores se reúnem para analisar as partidas e o que fazer em cada uma para somar a maior quantidade de pontos, ou definir-se até onde se pode ir num campeonato, estabelecendo metas reais. Como a tabela já está programada, fica fácil antever onde se estará ao final do campeonato. Isso no papel, pois na prática o negócio muda de figura.

Num torneio mata-mata, o último jogo é o que se está jogando. Monta-se um time competitivo para ir ganhando os jogos até se chegar a uma final. No campeonato por pontos corridos, não. Monta-se um time de acordo com suas pretensões e possibilidades. O problema é que todos os times pensam exatamente da mesma forma e aí cria-se a dificuldade.

Neste instante entra a tese de que, mesmo sendo um campeonato por pontos corridos e se estabelecer metas longas e com decisões mais à frente, os jogos atuais, se negligenciados, podem fazer uma enorme diferença no futuro. Cria-se a situação de mata-mata, mesmo que uma derrota não signifique uma real eliminação do campeonato. Assim, o ideal, nesse caso, é estabelecer uma meta longa, mas jogar jogo a jogo. Ganhar os pontos do próximo jogo como se fosse o último. Transformar cada jogo numa decisão.

É o que o Avaí fará daqui para frente. E que deverá ser incutido na cabeça até dos torcedores. Não adianta se escolher os jogos para apoiar e os que “pode deixar que nesse o time ganha”. Se os torcedores avaianos querem o Avaí na séria A do ano que vem, que comecem a se coçar e ir ao estádio. Só com o apoio vindo das arquibancadas, ignorando o próximo jogo e estabelecendo que o atual, o que está sendo jogado é o mais importante do campeonato, o mais importante de nossas vidas, a meta inicial poderá ser cumprida. Caso contrário, caso se ache que apenas podemos encher o estádio vendo times grandes, nunca chegaremos. Continuaremos a ser, apenas, meros participantes com sonhos longínquos. Morreremos na praia.

Notícias do Criciúma – 31/08/2012

Tigre busca a recuperação no Heriberto Hülse

Por Criciúma Esporte Clube, em  30/08/2012     18:23

Foto: Fernando Ribeiro/Criciúma E. C.

O Criciúma busca nesta sexta-feira (31/08) a recuperação no Campeonato Brasileiro da Série B. Às 19h30min, o Tigre encara o Bragantino no estádio Heriberto Hülse. O duelo será válido pela 21ª rodada da competição nacional.

Na última rodada, o Criciúma foi derrotado pelo Guaratinguetá por 2 a 1. Mesmo com o resultado negativo, os criciumenses estão bem colocados na disputa. Em 20 jogos, o Tigre venceu 13, empatou três e perdeu quarto, em um total de 42 pontos. O líder é o Vitória.

auxiliar técnico da equipe, Bruno Comelli, aguarda uma partida complicada contra o Bragantino. “Vai ser um jogo difícil. Eles venceram o Vitória em Salvador”, analisa Bruno. “Vimos no jogo passado erros de marcação e vamos procurar corrigir”, complementa.

O atacante Zé Carlos espera um duelo complicado. “O segundo turno será ainda mais difícil do que o primeiro”, acredita o artilheiro do Criciúma na competição, com 18 gols. “Encaramos sempre as dificuldades nos jogos e nas viagens. Lutaremos para nos superar. Precisamos entrar concentrados, sempre”, complementa o atacante.

O árbitro do confronto desta sexta-feira será Rodrigo Nunes de Sá, auxiliado por Marco Santos Pessanha e Wagner de Almeida Santos.

Recado ao Bruno

Há muita gente preocupada com a história de o Bruno, nosso valente volante, ir embora.

Algumas preocupações com o time são consideráveis, estão no campo da manutenção e preocupação com sua estabilidade tática. Mas há outros que falam, porque tem que falar mal mesmo do Avaí e aí não tem jeito.

Alheio a isso, estou do lado do Bruno (e do Avaí evidentemente). Saia já! Não dê ouvidos a ninguém e tente recomeçar a carreira em outro lugar. Na verdade, ele pediu pra sair e a direção está vendo o que de melhor será para ele e para o Avaí (diferente do que dizem as más línguas!).

Até porque, Bruno, se você ajudar na marcação, como eficientemente sempre tem feito, vão te endeusar. Mas experimente falhar num ato simples, numa única partida, num momento ruim. Será vaiado e execrado do MAL ao bem. Portanto, vá em frente e siga a sua carreira, se esse for o seu desejo.

Virada incrível

A partida entre Náutico e Figueirense foi o jogo de dois nomes. Pelos donos da casa, destaque para Elicarlos, que fez dois gols no dia em que comemorava a marca de 150 jogos com a camisa alvirrubra. No lado dos visitantes, Wilson fez bonito ao defender um pênalti no primeiro tempo e evitar uma goleada do Timbu na etapa complementar com defesas milagrosas. Ainda assim, o goleiro não conseguiu impedir a virada dos pernambucanos, que venceram por 3 a 2. Agora, o Náutico é o nono colocado, com 27 pontos, e o Figueira segue na lanterna, com 14.

O jogo parecia uma repetição da estreia dos times no Brasileirão, em maio. Na oportunidade, Caio foi o carrasco dos pernambucanos ao marcar um gol nos acréscimos. Nesta quarta, ele balançou as redes novamente, aos 10 minutos do primeiro tempo. Nove minutos depois, Aloísio ampliou o resultado e o Figueirense desceu para o intervalo vencendo por 2 a 0.

Assim como na estreia, o Náutico teve um pênalti a seu favor. Em Santa Catarina, Araújo converteu na derrota por 2 a 1. Dessa vez, o atacante desperdiçou a chance no começo do jogo. Sorte dos alvirrubros que Elicarlos estava em um dia inspirado e decretou o empate aos 13 e 19 minutos da etapa complementar. Souza, aos 30, garantiu a virada no estádio dos Aflitos.

Após passar quatro rodadas sem sair do Recife, o Náutico irá a Minas Gerais para jogar com o Cruzeiro no estádio Independência. A partida acontece às 18h30m do próximo domingo. Um dia antes, o Figueirense tentará a sorte em casa, no estádio Orlando Scarpelli, contra o Fluminense. O duelo será às 18h30m.

FICHA TÉCNICA

NÁUTICO (3)

Gideão, Patric, Marlon (Ronaldo Alves), Jean e Douglas Santos (Lúcio); Elicarlos, Souza, Martinez e Rhayner; Araújo e Kim (Rogerinho)
Técnico: Alexandre Gallo

FIGUEIRENSE (2)

Wilson, Elsinho, Canuto, Edson e Hélder; Jackson, Claudinei, Diogo (Ronny) e Fernandes (Almir); Caio e Aloisio (Doriva)
Técnico: Abel Ribeiro (Interino)

Gols: Caio, aos 10 e Aloisio aos 19 minutos do primeiro tempo (F); Elicarlos, aos 13 e aos 19, e Souza, aos 29 minutos do segundo tempo (N)
Amarelos: Wilson, Diogo, Claudinei, Caio (F); Rhayner, Marlon, Jean (N)
Vermelho: Ronny (F)

Local: Estádio dos Aflitos, Recife (PE)
Arbitragem: Wagner Reway; auxiliado por Márcio Eustáquio Santiago e Guilherme Dias Camilo

Público total: 12.262
Renda: R$: 187.225

Profissão: papel higiênico de repórter

Ouvindo ontem pela rádio o jogo do time da Capital doladelá, que insiste em permanecer na série A, deu pra perceber, nitidamente, a diferença dos discursos entre o clube deles e o nosso, um tratamento muito diferenciado. Aliás, essa tecla é batida todo santo dia e muita virgem vestal imagina que somos adeptos de conspirações e conchavos de alcova. Longe disso. Já fui vacinado desde menino, já freqüentei banco de escola até a universidade, sei ler e escrever de acordo com as regras ortográficas e gramaticais vigentes e sei contar 1 + 1 de frente pra trás sem titubear. Ou seja, pra tanso eu ainda não sirvo, embora há quem queira dizer ao contrário.

Mas, voltando à vaca da Sibéria, é estampado o quanto se aplicam falas diferentes para cada um. Isso numa cidade onde os nativos ainda se conhecem.

Seria muito interessante se não precisássemos deles. Poderiam dizer o que bem entendessem que não afetaria em nada à cotação do dólar., nem a quatidade de feijão na feijoada. Todavia não é assim neste mercado da bola. E que se entenda que isso não é uma reclamação por dor-de-cotovelo ou ciúmes, um despeito arrivista, mas a compreensão do quanto tal postura afeta na imagem do clube lá fora. Se são formadores de opinião e são construtores do discurso de mídia, tem que compreender que a informação é uma coisa mais letal que uma arma de guerra. Se a fculdade não lhes ensinou, que ao menos aprendam com a vida.

Claro que de vez em quando leio e ouço a bobagem de que o Avaí os aceita, que os tem procurado para entrevistas e recepções e até faz questão de oferecer seus produtos para divulgação nas redes de mídia porque é tolo. Existe até a conversa de que o presidente, por ter a sua empresa e precisar de divulgação em rede, baixa as calças inadvertidamente para os fulanos e madames da imprensa. Evidentemente que tal assertiva é algo que não pode ser levado à sério. O Avaí precisa manter um bom relacionamento com a mídia, seja de qual bandeira for, pois não é nenhum Flamengo ou Corinthians a poder peitar os formadores de opinião. Não dá pra ficar de biquinho para um e agradinhos para outro. As posturas pessoais devem ser mantidas afastadas do posicionamento profissional, que é exatamente o que não se vê na mídia travestida de imparcial.

O que se quer, antes, é um tratamento isonômico. Equivalente.

É comum perceber que se esbraveja contra nossos jogadores por um mal desempenho e passa-se a mão na cabeça dos outros incompetentes, que é para diferenciar bem o tratamento. Nosso treinador é tido como um nada, um apêndice, sem grife e sem cultura, mesmo fazendo boa campanha e montando esquemas táticos de deixar europeus de queixo caído, enquanto que para os outros seus treinadores estão em nível de seleção brasileira, ainda que percam jogos ridículos. Nosso clube, que é o mais vezes campeão do Estado e ainda detém a marca de melhor desempenho em nível nacional na série A, nunca chegará a lugar algum, segundo a mídia. Enquanto isso, doladelá, se for achada uma lata de bosta de vaca, logo será repercutida a ideia de que eles estão criando gado e vão vender horrores no mercado de carne.

Contudo, sabendo de quem vem, nada mais me espanta. São néscios e incompetentes e vivem nos seus empreguinhos de “jornalistas esportivos” por favores familiares ou por tempo de uso. Exijo a cada dia essa isonomia, mas sei que é chover no molhado. O que me incomoda é perceber que blogueiros e torcedores, que também não aceitam aquele discurso, repetem ipsi verbis tudo o que é divulgado nas suas rádios e TVs, parecendo verdadeiros ghost writers.

O exemplo da exposição de camisas, comentada por aspirantes a costureira e tratada de forma desdenhosa por alguns “donos da verdade”, é lamentável. Tenho outra palavra para isso, mas vou respeitar meus leitores. E a história de nossa vitória na terça-feira, desmerecida pelos mesmos, e a derrota do time doladelá, tratada como uma jornada de azar, dão a exata noção disso.