Vasco 3×1 Figueirense

Com atuação decisiva de Juninho Pernambucano, que deu os passes para os gols de Luan e Tenorio, e marcou outro, o Vasco derrotou de virada o Figueirense, por 3 a 1, neste sábado, em São Januário. A vitória acabou com o jejum de seis anos (dez jogos) sem superar o time catarinense e garantiu a equipe carioca no G-4 do Campeonato Brasileiro por mais uma rodada, agora com 47 pontos. Com o resultado, o time cruz-maltino não pode mais ser alcançado nesta rodada pelo quinto colocado, o São Paulo, que tem 42 pontos e enfrenta o Coritiba, neste domingo.

A derrota deixa os catarinenses, que sofreram sua terceira derrota consecutiva, em situação ainda mais desesperadora, em penúltimo lugar, com apenas 22 pontos. A renda somou R$ 168.510, para um público pagante de 5.062 pessoas.

FICHA TÉCNICA

VASCO

Fernando Prass; Luan (Fellipe Bastos), Dedé, Fabrício, Thiago Feltri; Nilton, Wendel, Juninho Pernambucano, Felipe (Jhon Cley); Carlos Tenorio (Éder Luiz) e Alecsandro

Técnico: Marcelo Oliveira

FIGUEIRENSE

Wilson; Elsinho, Guti, Edson, Helder (Guilherme Lazaroni); Jackson (Almir), Claudinei, Túlio, Botti; Caio (Julio Cesar) e Aloisio

Técnico: Márcio Goiano

Gols: Caio (F), aos 13 minutos e Luan (V) aos 32 minutos do 1º tempo; Carlos Tenório (V), aos 5 minutos e Juninho Pernambucano, aos 33 minutos do 2º tempo
Amarelos: Botti (F)
Arbitragem: Ricardo Marques Ribeiro, auxiliado por Marcio Eustáquio Santiago e Cleriston Clay Barreto Rios
Local: Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro

 

Na 28ª rodada, o time carioca irá a Goiânia para enfrentar o Atlético-GO, no próximo sábado, às 16h20m (de Brasília), no Serra Dourada. Já a equipe catarinense enfrentará o Atlético-MG, no mesmo dia, às 18h30m, no Independência, em Belo Horizonte.

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AVAÍ ENCERRA A RODADA EM 7o. LUGAR

Por Avaí Futebol Clube, em 30/09/2012

 

Com a vitória pelo placar de 2 a 0 diante do Vitória-BA, na tarde deste sábado, dia 29, o Avaí encerrou a 27ª rodada da série B na 7ª colocação na classificação geral da competição.
Confira abaixo os resultados da rodada.

25/09 – 19h30min – ABC-RN 1 x 1 ASA-AL
25/09 – 21h – América-MG 1 x 2 Grêmio Barueri-SP
25/09 – 21h – Joinville-SC 3 x 0 Boa Esporte-MG
28/09 – 19h30min – Paraná-PR 2 x 1 São Caetano-SP
28/09 – 21h – Guaratinguetá-SP 0 x 3 Goiás-GO
28/09 – 21h – CRB-AL 0 x 2 Criciúma-SC
29/09 – 16h – Guarani-SP 0 x 0 América-RN
29/09 – 16h – Bragantino-SP 2 x 1 Atlético-PR
29/09 – 16h – Avaí-SC 2 x 0 Vitória-BA
29/09 – 21h – Ceará-CE 1 x 1 Ipatinga-MG

Confira AQUI a classificação atualizada!

O próximo jogo do Avaí será diante ASA-AL, em Arapiraca, a partir das 19h30min de terça, dia 2 de outubro.

O silêncio dos corvos

O jogaço deste Sábado foi daqueles de lavar a alma e a égua juntas. Daqueles jogos que ficam na retina, impressos na memória dos avaianos que não largam o osso. Aqueles avaianos que estão sempre ao lado do clube, na alegria e na tristeza, apoiando seu time, seja ele qual for.

Por outro lado, aquela sensação de murrinha eterna se acabou em dois jogos. Num primeiro instante, palavras feias foram ditas, muros foram pichados, protestos foram feitos. Houve quem torcesse contra, nos últimos dias, numa atitude das mais idiotas possíveis. Mas todas estas atitudes desprezíveis tiveram o efeito daqueles brinquedos de criança, que mal é montado já é derrubado. Tem gente que nem sabe mais o que dizer, ou o que falar. Suas irritações e mal-quereres se esvaneceram junto aos ventos gelados que sopram sobre a Ilha nestes começos de Primavera.

Jornalistas e blogueiros, que durante muito tempo bateram, xingaram, debocharam e espezinharam sobre o Avaí, sobre a instituição e sobre o time, estão agora envergonhados diante da reação deste Leão-fênix, que a cada instante ressurge face às agruras e dificuldades. Eles, até então cheios de razões pueris e que não querem passar dificuldades, já não sabem onde enfiar sua belas faces coradas de vergonha, se é que ainda têm alguma, uma vez que suas teses furadas escorrem pelo ralo das iniquidades. Fato levantado pelo guerreiro Bruno, atestando que muita gente diz o que não deve.

O presidente do Avaí, figura odiada por insensatos e mal amados, tomou decisões duras e difíceis de ser tomadas, mas imprescindíveis. Presidente, aliás, necessitado pelo time do Estreito, que não tem alguém assim, que assuma os erros cometidos e torça a coluna para tentar corrigir uma rota já quase perdida. Pois as decisões tomadas foram impopulares, complicadas, terríveis, mas cujos resultados vão dando uma nova configuração ao Avaí. E por isso os corvos se calam, ou não têm o que dizer. Já há quem peça desculpas por ter que achar algo otimista nisso tudo.

O Avaí segue sua luta, com parcos recursos, mas com uma vontade enorme de vencer, de mostrar a todos que o Leão merece respeito, dos adversários e até de seus torcedores. Aos que abandonaram tudo, por serem frouxos, ficará o remorso de não ter apoiado antes. Os que apóiam e não abandonam o clube (jamais), ficara a satisfação de ter participado, juntos, de uma conquista histórica e de uma campanha memorável. Mais uma. Se chegarmos à conquista do acesso será a sacramentação de um ano valoroso. Se chegarmos ao final sem o acesso, mas ao menos honrando nossas tradições, será a confirmação de que o Avaí é realmente um clube diferente, seja qual for o time que o represente.

E que ninguém diga, nunca mais, que só os mais otimistas é que apostavam no time. Não, os torcedores que não se afastam apóiam o time. Os outros são apenas espectadores, ou oportunistas calados.

Jogaço!

Foi isso que eu vi. Um jogo de verdadeiros Leões. Um jogo com dois times querendo futebol, com ligeira vantagem para o nosso. E quem não foi, perdeu. Perdeu muito.

Diferente do que dizem os mal amados, não estamos sonhando. Não existem milagres. Não fazemos um campeonato de superação. Estamos jogando um campeonato, por mais simples que isso possa parecer, com derrotas, com vitórias, com dificuldades e fazendo a nossa parte. Estamos no campeonato.

Ainda não consigo entender esse excesso de cuidados para com o Avaí, essa sensação de que devemos sempre jogar partidas fenomenais, fazer lances apoteóticos, ter jogadas mirabolantes. O cara chuta de bico e as pessoas torcem o nariz, um jogador faz uma jogada mais escabrosa e dizem que não pode mais vestir camisa do Avaí, o sujeito teve um erro no passado e tem que se provar a cada jogo. Quanta murrinha!

E por duas vezes nesta temporada o Avaí, graças às atitudes (sempre contestadas!) de seu presidente, deu uma alavanca em sua postura e conseguiu mudar o estilo de jogo e a fórmula de se postar e campo. Então, é preciso provar mais o quê?

Se não conseguirmos o acesso é por força das dificuldades, mas o time que jogou hoje provou que não pode ficar de fora do G4. E o que falta para esta torcida modinha ir ao estádio e apoiar este time?

O Avaí desta temporada não deve nada para time nenhum do passado, para o qual muitas viúvas choram. O Avaí desta temporada tem feito direitinho o dever de casa e feito jus à sua condição de time da raça.

E quem não quer admitir, que não atrapalhe.

Responsabilidade e culpa. Agora é a vez da torcida.

Eu deveria me ater a falar do esquema de jogo que o Argel imporá ao Avaí na partida de hoje, contra o Vitória. Falar que é o mesmo esquema que deu certo no final do turno, ou seja, um 4-4-2, com três volantes. E por isso as esperanças aumentam. E deveria, também, questionar, mesmo que retoricamente, a razão que levou o treinador a não aproveitar, sequer no banco de reservas, quaisquer dos reforços que recentemente chegaram na Ressacada.

Porém, as linhas que transporei agora neste texto me levarão para uma espécie de “limbo”, num lugar que eu não precisaria me aventurar. Pior que vou conseguir angariar manifestações contrárias de “todos os lados” avaianos. Mas quem disse que eu consigo parar de escrever? Assumo a responsabilidade das letras seguintes.

Num time bem próximo do Avaí, quem queria ser parceiro virou (ou está virando) dono. Ou será que já era dono e os demais eram apenas figuras de presépio? Mas, como no momento a questão é o Avaí, resta dizer que no sul da ilha já existe há muito tempo um dono. E tanto lá, como cá, a torcida não é dona. Mas isto é culpa de quem? Do dono ou da torcida? No Avaí, inclusive, o dono, recentemente, andou culpando a torcida. Será que ele tem razão? (Já tem leitores que pararam por aqui e estão “rasgando elogios” nos comentários, mesmo que tão somente mentais).

Mas vamos analisar, brevemente, o conceito da palavra “culpa”. Segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa há culpa quando há “falta voluntária contra o dever; omissão; desleixo”. Pois então, não foi isso o que realmente ocorreu? Se a torcida não é a dona, quem é culpado de não se associar ao clube? Quem se omite e não vai ao estádio? Quem critica a diretoria e por desleixo, negligência mesmo, não paga mais as suas mensalidades de sócio? Se a torcida não é a dona a culpa é da própria torcida! Inclusive eu assumo a minha parcela de culpa neste “processo”. Mas é incrível como vejo e leio pessoas que eram associadas ao Avaí, mas por que discordam de ações da diretoria deixaram de ser sócios. Se não farão mais parte da vida social e jurídica do clube como é que pretendem contribuir para modificar a situação que tanto reclamam? Hipoteticamente falando, se o Estatuto do clube passar a prever eleição direta para presidente, quando todos os sócios poderão votar, e se aqueles que são contra o presidente não possuem mais direito a voto por que deixaram de ser sócios, mas restaram como sócios muitos simpatizantes da atual diretoria é difícil prever o resultado de uma eleição?

Num rápido e simples exercício matemático, se o Avaí possuísse 15 mil sócios pagando uma média R$ 70,00 (setenta reais) no valor da mensalidade a receita mensal seria de R$ 1.050.000,00 (um milhão e cinquenta mil reais). Um bom dinheiro para ser administrado e bancado por sócios que então ativos na sociedade Avaí poderiam se chamar de donos, representados por Conselho e Diretoria vigilantes pelo valor que lhes é passado para gerir.

Então quer dizer que eu estou culpando a torcida pelo momento atual do Avaí? Claro que não! Eu disse que há culpa do torcedor por ser omisso, por não se fazer presente na vida do Avaí. Mas isto não quer dizer que ele seja o responsável pelo atual momento do clube. Tem a sua parcela de culpa, mas não é o responsável. (Este é o momento em que o “lado” que me criticava, deixa de me criticar, e o “lado” que apoiava passara a fazer as críticas).

Responsabilidade“, segundo, também, o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, é a “obrigação de responder pelas ações próprias, pelas dos outros ou pelas coisas confiadas”. Ou seja, a responsabilidade do Avaí estar passando pelo momento que passa é do Conselho Deliberativo, da Diretoria do clube, e do dono do clube (sempre que sócios / torcedores / não forem atuantes num clube ele passará a ter um dono, e no caso de clubes de futebol, poderá até mesmo ser empresário de jogadores, são diversos os exemplo no Brasil e no mundo). Assim, é responsabilidade destes gestores as falhas nas contratações de profissionais e, inclusive, de não realizar um investimento consistente em publicidade e propaganda “mola motriz” de ações (em diversas áreas) dos séculos passado e presente.

Portanto, o fato do torcedor/associado ser “culpado” é, também, por (ir)responsabilidade dos gestores. Mas a (ir)responsabilidade dos gestores também é por culpa dos torcedores/associados. Assim o Avaí passa a vivenciar um ciclo vicioso. E essa passa a ser a “mola motriz” de tudo o que ocorre na Ressacada. Mas desde quando são necessários tantos lados, tão opostos, numa relação que deveria ser passional? Por que precisa continuar a existir o lado deste ou daquele, quando na verdade todos deveriam ser apenas avaianos, com divergências, é claro, pois elas movem as relações sociais, mas acima de tudo avaianos.

Pois agora é a vez da torcida! Desde as últimas rodadas do campeonato catarinense deste ano, com a batuta do maestro Cléber Santana e dos Comandantes (H)Emersons, o “slogan” do Avaí passou a ser o seguinte título de um filme: “À espera de um milagre“. Mas mesmo o milagre vindo com o título do catarinense o torcedor continuou incrédulo, ainda mais por ações inesperadas da diretoria logo após a conquista. Como não há um marketing forte e a mídia local não colabora, o torcedor ficou à espera de  outro milagre. Mas ele não veio.

Mas o Avaí nunca foi um clube de esperar por milagres. O torcedor do Avaí apoia o time e vai ao estádio por que tem certeza de que o milagre vai ocorrer. Por que o Avaí é assim conhecido: “Esse Avaí faz coisa”! O que para muitos é milagre para o Avaí é a rotina. Superação é a palavra de ordem. Sofrimento, quase sempre. Mas o torcedor sempre acreditou. Por que então deixaria de acreditar agora? Quantos elencos se superaram dentro da Ressacada com o incentivo do torcedor avaiano? Você lembra se foi fácil garantir o acesso em 2008 na partida contra o Brasiliense? Não foi! Mas a torcida estava lá, empurrando acreditando que o milagre aconteceria e não esperando por ele!

Na verdade se fosse para escolher um título de filme que represente o Avaí eu escolheria: “Missão Impossível“. Afinal, mesmo sendo “impossível” o personagem principal sempre cumpre as suas missões. Assim como o Avaí, que faz coisas!

Portanto, independente de culpados e/ou (ir)responsáveis. Independente de esquemas táticos. Agora é a vez da torcida! Com ela o Avaí chega a lugares que nenhum outro acreditaria que ele pudesse chegar!

Campeões de confidencialidade

A descoberta dos contratos feitos entre uma empresa e a direção do time do Estreito chama a atenção para um comportamento que é, muitas vezes, hipócrita e em outras, inocente. De todos os lados, é bom que se diga. Falei ontem aqui sobre a história da democracia ser usada como moeda de troca por todos, e por blogueiros que se acham poderosos por deter informações, quando nem se sabe exatamente o que isso significa. Mas, pra encher a boca de bobagens há mais candidatos do que para o BBB da Globo.

Quero deixar claro, antes que algum analfabeto funcional idiota mude as minhas palavras, o que é costume, que não sou favorável a falcatruas, conchavos e tramóias em qualquer aspecto da vida.

Mas, é bom esclarecer, que não inocente e, também, que o futebol tem as suas atitudes estranhas, cuja absorção para alguns é indigesta. É fato! O que deploro é a sanha desenfreada pela moralidade e pela ética, quando o próprio futebol não é assim e a vida de muita gente muito menos. Quem não quer que o seu time ganhe um campeonato aos 47 do 2º. tempo, com gol de mão e impedido e, se possível, em cima do rival? Há gente que vaia fair play, só pra saber como a honestidade no futebol é comum, né, donzela? Talvez alguns torcedores ajam dessa forma por inocência, mas outros é por interesses mesmo. A própria Polyana tinha o seu dedo sujo.

Nessa história que se abateu sobre o nosso rival, que me parece um belo de um vôo de galinha, vai uma perguntinha básica: as pessoas que tiraram o Prisco a chutes não sabiam das intenções do Lodetti? E é o Lodetti, esse monstro pintado agora de marginal, o único dedo podre da história? E agora surgem jornalistas posando de bons moços defensores da moral e dos bons costumes, como se eles mesmos não soubessem do que se tratava antes. Alguns blogueiros deixam correr lágrimas (de crocodilo), dizendo-se enganados pelas circunstâncias. Como temos virgens vestais nesse mundo? Sassinhora! Doladelá e doladecá. Isso muito me comove.

A palavra que mais está em voga agora é a tal CONFIDENCIALIDADE. Diz-se que as direções de clubes de futebol não podem esconder coisas dos torcedores, esse eterno alienado emotivo que quer saber de tudo, por querer apenas o bem do clube. Sei! Ora, caçarolas, todos temos nosso grau de confidencialidade. Isso é tão claro quanto a luz solar no Verão. E torcedor não é essa coisinha imaculada como muitos querem deixar entender.

– Ah, mas no futebol é diferente, estamos falando de uma instituição pública. – diz o incauto politicamente correto.

Conversa! É apenas mais um território que se apropria disso, nem melhor, tampouco muito pior.

O problema da confidencialidade discutida aí é porque muito nego velho queria informações de alcova, aquele digno comportamento de marias-fofoqueiras que querem saber de tudo da vida dos outros e sair contando por aí, essa é a verdade. O cara quer ser o dono do assunto, ter a “melhor fonte”. O papinho de querer o bem do clube é uma afronta à inteligência, o que se quer é informação quentinha e pronta para divulgar aos outros. Apenas isso, nada mais que isso. Ter informação é ter poder. Lembra da democracia das informações?

Certa vez um determinado moço, blogueiro famoso, me mandou um e-mail pedindo informações relevantes de dentro da diretoria avaiana, justamente pela minha condição de proximidade com o presidente. Cumprindo isso, garantia que meu nome não seria divulgado nem sob tortura. Queria me contratar como um X9 particular. O resultado, obviamente, seria mais acesso e seguidores em seu blog, coisa que nunca negou. Claro que eu tenho as minhas confidencialidades e não dei a letra por achar isso uma ignomínia. Eu tenho os meus pudores. E agora a figura posa de defensora da moral e dos bons costumes e dá de dedo na direção avaiana. Vá se catar!

Alguns amigos dele vivem dizendo que na Europa é assim, na Europa é assado, e lá tudo é perfeito. Quer dizer que no reino encantado do futebol não existem as suas podridões e que lá não há confidencialidade? Se alguém cheio de pruridos souber como o Manchester United e o Chelsea são geridos, abandona o futebol por completo. E nos clubes brasileiros, também citados por eles, não há isso? E o pior é que eles acreditam. Bom, se acreditam até em e-mails de empresário de jogador, o resto é firula. A propósito, essa é a gente que quer tomar o poder no Avaí.

O problema é que depois de tudo isso meia dúzia de tansos vem me hastear a bandeira da democracia. Como temos bons atores neste mundo.