O Avaí e a imprensa

Hoje não falarei da partida de ontem. Pois, por razões pessoais não pude acompanhá-la.

Só sei que as duas partidas que assisti do Bragantino, nesta série B, foram suficientes para eu constatar ser o pior, ou um dos piores times, deste campeonato.

Mas, vez ou outra, os ouvidos faziam questão de “chamar” a minha atenção para o rádio (na verdade o celular com rádio). E pelo visto, melhor, pelo ouvido constatei que não perdi muita coisa!

Verdade seja dita, os únicos três times que se destacaram na série B neste ano, são os atuais três primeiros colocados. Mas isto não é nenhuma novidade, afinal a pontuação já delimita este fato.

Porém, a quarta vaga, excluindo os atuais cinco últimos colocados, poderia ser de qualquer dos outros doze times da série B.  E na série A do campeonato brasileiro a situação não está muito diferente disso. Excluindo os quatro primeiros colocados e os cinco últimos (apesar de alguns recentes bons jogos do Bahia), os outro 11 times se equivalem.

Ou seja, o futebol brasileiro está numa “crise” das brabas!

Contudo, não é disso que eu quero falar. Fiz questão de escrever este texto para registrar um fato incomum que ouvi, ontem, pelo rádio após o jogo do Avaí.

Afinal, falamos (ou eu algumas vezes falo) mal dos ditos comentaristas esportivos de rádio e TV. E como ontem o que foi dito é algo bom, muito bom por sinal, faço questão de anotar o registro.

E não vou omitir “o milagre” nem “o santo”.

Já haviam se passado alguns minutos do término da partida, quando o comentarista Polidoro Jr., na RegionalFM, disse algo muito importante, mais ou menos assim:

Agora é a hora do torcedor do Avaí mostrar o seu valor. Não adianta o sócio rasgar a carteirinha e/ou deixar de pagar a mensalidade. Neste final de ano rescisões precisarão serem feitas. Além de pagamento de férias, décimo terceiro. É neste momento que o torcedor precisa apoiar o time. O sócio precisa pagar a mensalidade em dia. E se puder antecipar uma, duas ou até mesmo três mensalidades. Pois o clube está precisando desta força, sob pena do ano que vem ser pior do que este.

Talvez não tenham sido bem essas palavras. Mas o conteúdo, o teor, é esse mesmo!

Precisou, depois do Avaí ser rebaixado, penar “um ano” na série B, para eu ouvir alguém da imprensa incentivar a torcida a se fazer presente.

Antes tarde do que nunca.

Mas será que não terá sido tarde demais?

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Um pensamento sobre “O Avaí e a imprensa

  1. Minha tecla, velho, tem sido sempre essa. É como votar nulo. Não altera o quadro, mas tem a sua importância. O que ouvi na última sexta-feira, de completa desmotivação daquele jogo, me deu náuseas.
    Se neste ano tivéssemos mais torcedores, além da média histórica, com blogueiros e jornalistas convocando a torcida, talvez fosse um pouquinho melhor. Mas, quis a lenda ser contada com má vontade.

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