A Ressacada é nossa

O Estádio Dr. Aderbal Ramos da Silva, a Ressacada, é aquele tipo de estádio com duas personalidades: tanto é aconchegante, que leva todos a se sentir bem e fazendo parte dele, como é sofisticado, com aqueles olhares sempre voltados para “…olha ali, que bacana…”, ou “…ixpia, ixpia, que bonito…” É o tipo de estádio de onde não se quer sair depois de entrar. É onde se encontram familiares, torcedores, apreciadores do futebol e curiosos.

É o estádio do Avaí Futebol Clube. Do clube mais vezes campeão no futebol de Santa Catarina.

A Ressacada, a nossa casa, em 29 anos de existência, já foi palco de muita emoção. Construída graças a um projeto arquitetônico arrojado, o estádio dos tijolinhos a vista viu muito choro e riso ecoarem por suas arquibancadas.

Foto: Avaí Futebol Clube

Por seu gramado muitos craques desfilaram e muito brucutu já arrancou a sua grama. Jogadas mirabolantes e caneladas degradantes também. Já foi o cenário da mais fanática torcida e agora é a maior geladeira de nosso Estado. Mas, inegavelmente, muita história correu tanto em seu interior, como nos arredores.

Ao longo do tempo, muitas conquistas e decepções já presenciou. O Avaí já goleou e foi goleado ali dentro. E conquistou títulos inesquecíveis. Obteve ali um acesso à série A numa jornada histórica e até a seleção brasileira desfilou naquela grama. Teve até pedido de casamento e atualmente há um divórcio da torcida com seu time.

De torcedores fiéis a impertinentes modinhas, de celebridades deslumbrantes a humildes desconhecidos, de jogadores famosos a pernas de pau memoráveis, muita gente já usou, visitou e se encantou com a Ressacada.

Assim como tenho orgulho da história do Avaí, sinto uma emoção especial em saber que temos um dos estádio mais belos do Brasil.

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Um pensamento sobre “A Ressacada é nossa

  1. Falar da Ressacada é fácil, né?
    Podemos falar da Gorete aos títulos, das finais vencidas até as filas intermináveis, da inaguração ao novo “puxadinho”, comparar o vestiário do campo da liga com o atual, da grama de folha larga com essa que parece um tapete, do Décio Antônio (matador) a Diego Acosta, Chapecó a Toca do Leão, da torcida esperando os ônibus para recepcioná-los aos protestos, Adilson Heleno e Marquinhos a alguns cabeças de bagre, do lendário Regis a Diogo Orlando, risos e choros de alegrias e tristezas.

    Sou freqüentador assíduo desde a inauguração, mas virei sócio em fevereiro de 1997 e perco um ou dois jogos por ano pq me sinto em casa indo na Ressacada.
    Mesmo nas fases ruins eu vou e sempre encontro alguém pra conversar, comentar o jogo, dar aquela xingadinha baixinha pra ng ouvir, secar a bola que o adversário chutou, reclamar do bandeira, enfim, é bom demais.

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