Criciúma 2 x 3 Figueirense

O Criciúma não perdeu a chance de obter o bi campeonato na partida de ontem. Desde o início do campeonato eu não vi um jogo ( exceto contra o Metropolitano 4 x 0 ) em que pudéssemos observar um “time” de futebol. Foi sempre aos trancos e barrancos. Contratações que não vingaram como Eduardo, Escudeiro, Rogério, Karanga, Rodrigo Silva, Uchoa, Tiago Humberto, Lulinha…

Vejam meus amigos, no jogo de ontem contra o Figueirense, apenas o Escudeiro, Ronaldo Alves, Gustavo e Paulo  Baier  foram contratados neste ano. Os outros sete jogadores já estavam no elenco do Tigre ou voltaram de outros clubes, mas pertencem ao Criciúma. Conclusão de que as contratações não deram certo, certo ???????  As duas laterais foram ocupadas por jogadores da base ; o ataque, o homem referência de área foi um jogador trazido do Taboão da Serra ( sub-20 ), sendo que nunca tinha jogado em um clube, campeonato estadual e tudo mais…  Então meus amigos, não tem como transformar esse time em  um CAMPEÃO !

Nem vou falar das ajudas dos árbitros que o Tigre obteve no decorrer deste campeonato, mas que agora podemos dizer que a terceira colocação não foi muito merecida. Entendo que outras equipes poderiam estar ocupando posições a frente do Tigre como Brusque por exemplo.

Agora resta pensar na Copa do Brasil e Série A.  Aguardaremos as contratações !

O fim da era da preguiça

O momento do Avaí é bom, indiscutivelmente. Se formos avaliar nossa situação de semanas atrás (nem vou chamar os meses que passaram porque aí a choradeira será grande), demos um 180 graus histórico. Evidentemente que o avaiano comemora vitória do clube até em disputa de palitinho. Cuspe à distância onde o Avaí chegue na frente já está valendo. Gostamos de nosso clube, amamos nossa tradição vitoriosa e não arredamos o pé de nossas convicções.

Tá valendo estrelinha nesse hexagonal? Passa pra cá porque vamos atrás dela.

Ocorre que, lamenta-se exatamente o fato de termos nadado na inundação. Saímos do afogamento, mas continuamos molhados nela. Conseguimos nos salvar botando a cabecinha pra fora para podermos respirar. E esse alento, se de um lado justifica o esforço, por outro nos dá uma raiva fenomenal, por tudo o que sabemos, suspeitamos e elucubramos.

Futebol do Avaí, do Avaí de nossos sonhos, não é isso. Não nascemos para coadjuvantes, principalmente em nosso quintal.

Assim, é preciso nadar forte para sair desta correnteza e avançar para terra firme. Se tiver que se fazer mais dívidas para montar um bom elenco, que se faça, mas é impensável um time mediano para disputar Copa do Brasil e Série B, coisas que estão logo ali, na esquina. Nada de jogadores de grife ou medalhões em fim de carreira para vir aqui bater uma bolinha, sindicalistas marrentos, muito menos lagartos mansos que vêm conhecer nosso sol primaveril.

O Avaí deve ter no elenco jogadores que queiram vencer na vida. Ser alguém e não apenas mais um. Psicologicamente com espírito de vitorioso.

Os mais deslumbrados acham que técnico vira e ganha jogo. Lamento, mas o Pingo é só mais um em nossa história, quem sabe com direito a bonequinho, pois o que ganha jogo e faz um time ser campeão é a oportunidade. É a vontade. É imaginar que para chegar ao topo é preciso, antes, sair da cama.

A era dos preguiçosos deve ter acabado. Para o bem de suas próprias biografias. E para alegria da nação azurra.

A competição que precisa ser competitiva

O principal objetivo de um campeonato é …ser competitivo. Isso parece óbvio, mas é incrível como muita gente não se atém a isso. Os torcedores de cada time querem que o seu seja o melhor e os outros time variem entre a perebisse e a incompetência. Mas, torcedor tem os seus corações que as suas razões desconhecem. O grande problema é quando isso parte dos promotores das competições. Ou de analistas de futebol.

Há, no Brasil, uma onda estúpida para se acabar com os campeonatos estaduais. Bobagem! Tolice! Imaginam, os detentores dessa moral, que os estaduais sejam comedores de investimento ou fadados ao fracasso. É uma fórmula desgastada, dizem alguns. Quem pensa assim, não pensa no futebol. Não pensa na competição. Não pensa no equilíbrio das disputas. Não pensa que os jogadores surgem, exatamente, dos lugares menos prováveis, sejam categorias de base ou times tidos como pequenos.

E tu sabes a razão? Ora, quem patrocina os campeonatos, seja federações ou redes de TV exploram antes de investir. Se aproveitam, antes de consolidar. Quando se montam competições Brasil afora sem patrocínios como estes, todos entram em condições iguais na disputa, até que os melhores times montados saiam vitoriosos.

A Rede Globo, por exemplo, prefere transmitir jogos dos times das maiores torcidas, esquecendo que os pequenos é que são os fiéis da balança. Apostam no elitismo ao invés da competição.

É comum que um clube grande, ao ganhar de um grande, gere polêmica, discussão e comemoração. Todavia, um campeonato corrido não é decidido no embate entre os grandes, mas na vitória sobre os pequenos. Quando joga com um pequeno, o clube grande já prevê os pontos ganhos e pensa no próximo compromisso. Como futebol não tem prognósticos, é natural que estas previsões, normalmente furadas, fazem o futebol ser o que é em sua essência: um jogo de competições.

Em Santa Catarina, a RBS, do Rio Grande do Sul, é detentora dos direitos de transmissão do nosso campeonato. Investe pouco e mantém a lógica de sua afiliadora, a Rede Globo. Preconiza os grandes em detrimento da competição. E colabora para a elitização de um esporte que é popular.

Quando algum diretor desta rede, dotado de cérebro diferenciado, perceber que aqui existe um dos campeonatos mais disputados do país, e investir sério e pesado nisso, poderemos, quem sabe, reverter a lógica de falência do futebol brasileiro. Até lá, ainda teremos problemas. Para alegria dos que fumam charutos e dos que tomam chimarrão na beira da praia, mas com cérebros de ameba.

Desterro Feminino Campeão

Por Desterro Rugby

E o ano do rugby feminino começou da mesma maneira que encerrou o ano passado, com o Desterro Campeão!!!

No ultimo sábado, o Desterro feminino fez bonito mais uma vez: conquistou sua primeira vitória em 2014. Depois de uma final disputada, com a forte equipe do Charrua, as manezinhas levaram a melhor e venceram a primeira etapa da liga sul.

Parabéns a todas as equipes participantes: Charrua, Serra, Centauros, Athena, San Diego (RS); Tapera, Desterro (SC); Curitiba (PR).

Os resultados finais foram:

Taça Ouro: Desterro 29 x 12 Charrua

Taça Prata: Curitiba 53 x 0 San Diego

Taça Bronze: Athena 22 x 0 Tapera

A próxima etapa será realizada em Florianópolis, no dia 26/04. Contamos com todos para, juntos, torcermos por nossas meninas.

TRANSFERIDA 2ª Etapa do Campeonato Catarinense de Automobilismo

Por FAUESC

Devido às previsões meteorológicas desfavoráveis, levando em consideração várias opiniões de pilotos, preparadores, patrocinadores, etc., o Prefeito Municipal de Santa Cecília e a Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina decidem, em comum acordo, transferir  para outra data, a ser informada futuramente, a  Etapa do Campeonato Catarinense de Automobilismo/2014 que seria realizada neste final de semana.

A 2ª Etapa do Campeonato será nos dias 12 e 13 de Abril na cidade de Chapecó, mantendo-se a data do calendário.

RA RACING 2014 ETP 01 – Nabozny Vence e Gilberto Lidera

A categoria SP tem pilotos experientes que pelo peso acima de 85kg não conseguem ser realmente competitivos na categoria principal da RA, a categoria AS.

Em 2014 a categoria sofreu alterações no regulamento, que agora é igual ao da categoria AS. São 4 baterias, na qual cada piloto disputa 2 baterias. Nesta primeira etapa 31 pilotos participaram da categoria.

A primeira bateria teve a pole position de Marcos Nabozny, que segurou a ponta para garantir sua primeira vitória no RA RACING CHAMP. Na área de box, após a corrida, Nabozny saiu do kart antes da liberação do fiscal, e por isso perdeu pontos importantes na classificação geral do campeonato. A segunda posição na bateria ficou com Luiz Pavan, piloto que estreou no RA RACING. Na terceira posição chegou Ledio Pinheiro, Giovani Novaes e André Nascimento fecharam os 5 primeiros.

A segunda bateria do dia, teve na pole position de Gilberto Moises. O piloto de Florianópolis que correu a temporada completa de 2013, começou bem a temporada 2014, vencendo a bateria, seguido por Fernando Brito, mais um estreante no campeonato. O terceiro colocado foi Maicol Souza, Fernando Castellon foi o quarto colocado e Giovano Cainelli o quinto. O campeão de 2013, Marco Brasil terminou na discreta sexta posição.

Agora com a mudança na categoria, acontece a mescla dos karts para dar equilíbrio as duas últimas baterias. Na terceira bateria a vitória ficou com Adriano Francalacci, sua primeira vitória no RA RACING, depois de largar na nona posição. Marcos Nabozny chegou em segundo. O terceiro foi Guilherme Ernesto. Marcos Brasil melhorou sua posição e chegou na quarta posição. O quinto foi Ledio Pinheiro.

A última bateria da SP teve a vitória de mais um estreante, agora foi a vez de José Velho, que largou em 12º e conseguiu uma vitória consistente. Gilberto Moises terminou em segundo, consolidando um bom domingo, Aldori Puttkammer chegou em 3, largando de 15º. A quarta posição ficou com Giovani Novaes e Maicol Souza em quinto.

No resultado geral da etapa, Marcos Nabozny subiu ao ponto mais alto do pódio, o segundo foi Gilberto Moises e Adriano Francalacci terminou em terceiro. Com as punições recebidas na área de box, Gilberto Moises sai da primeira etapa como líder da SP com 45 pontos, Nabozny tem 42 e Adriano com 37. O campeão de 2013, Marco Brasil, esta em sexto com 32 pontos.