Torcemos. E daí?

Numa semana onde o Avaí conseguiu uma vitória motivadora sobre um Juventus imprevisível, quando a parceria matreira foi colocada de castigo no cantinho para aprender a respeitar os outros,  quando vimos que o técnico Pingo, finalmente, havia achado a solução para o time jogar, ser mais efetivo, combativo e dinâmico, eis que a remada trouxe, de novo, nosso barco azul à deriva.

Fomos até ali e voltamos.

É incrível como um clube de futebol parece não querer chegar a lugar algum. Se o objetivo máximo de um clube é vencer campeonatos, ganhar jogos, obter pontos favoráveis, no Avaí parece que se assiste ao naufrágio sem que se tome uma decisão objetiva, contundente, final.

É notório que os tais tenores/terrores avaianos não estão rendendo. Eduardo Costa, Marquinhos e Cléber Santana deixam a desejar a cada rodada. Suas biografias são jogadas num canto empoeirado de alguma estante, só esperando o caminhão levar. Não estão produzindo para o time há muito tempo. Nada! E aí, a cada novo treinador o que se vê? O mais do mesmo, a falta de coragem para decidir isso. Então o restante do time têm que jogar recuado, na defensiva, para se preservar e devido à falta de futebol destes jogadores.

Cada torcedor vive na expectativa de uma jogada salvadora de Marquinhos, de um chute de Cléber Santana, de uma saída precisa de Eduardo Costa. Mas, o que se observa, são jogadas manjadas, passes sem qualidade, dribles sem objetividade, chutes impotentes. Então, nossa torcida para que dê certo é inglória, ineficaz.

E se não bastasse isso, o time leva gols como velhinha assaltada na rua. Fácil, fácil.

Cadê a direção de futebol que foi prestigiada pela diretoria administrativa? É assim, gota a gota rumo ao desastre que vamos sair dessa pindaíba? Sem que alguém diga que não dá mais?

A hora de se reconhecer que isso foi um fracasso já passou. Se antes nos orgulharia ver tais jogadores, de renome mundial, jogando no nosso time, hoje se percebe que não deu. Não funcionou como se queria. Qualquer pessoa medianamente conhecedora de futebol já constatou isso. Basta a direção de futebol do Avaí também perceber e decidir. Dizer que “olha, foi legal, bacana, mas não dá!” E bola pra frente.

Sejamos práticos. É urgente que se tome uma decisão e pôr em campo jogadores que tenham condições de desempenho. Caso contrário, será a série B do catarinense mais valorizada dos últimos 90 anos.

Tudo bem, se esse é o objetivo. Mas que se avise antes para que se saiba que o vexame é programado mesmo.

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